sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Saudade - de Luciano Guaita Rodrigues - Curitiba/ PR

E seus olhos azuis fitavam ao longe, tristes...
Não estava ali!
Olhos azuis, como consolar você?
Lágrimas...
Saudade.

 Luciano Guaita Rodrigues

domingo, 18 de fevereiro de 2018

Relógio - de Luciano Guaita Rodrigues - Curitiba/ PR

Agora, no balcão da sala, apenas o relógio, única testemunha do tempo aqui vivido!

Luciano Guaita Rodrigues

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Terra - de Luciano Guaita Rodrigues - Curitiba/ Paraná

Um globo controlado, quase sem saída!
Criado por quem e com qual propósito?
Ilha da Fantasia ou Alcatraz?
O que somos?
Onde estamos?
A que tipo de loucura estamos submetidos?
Uma escola?
Sobrevivência na selva?
Não sei.

Luciano Guaita Rodrigues

Essência - de Luciano Guaita Rodrigues - Curitiba/ Paraná

Haviam fantasmas na areia
Haviam trovoadas no céu
Cores, muitas cores!
De seus olhos azuis, o encantamento...
De seus olhos azuis, o transbordar de luz!
Seu corpo, frágil, correu...
Não se importou!
Cheio de luz, azul ficou!


Luciano Guaita Rodrigues

A Tela - de Luciano Guaita Rodrigues - Curitiba/ Paraná

A tela sobre a mesa ainda aguarda o seu lugar na parede.
Será na sala, na varanda ou debaixo da escada?
A noite será longa, de angústia...
A pintura está de acordo com o lugar, com o mar...
São barcos, prestes a navegar...
O pescador de almas, quer você!
Alimentar-se, de você!
Ele só quer um lugar ao sol para ser apreciado, apreciar e mais nada...


Luciano Guaita Rodrigues

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Ó Pátria Amada - de Heron Malaghini - Jacarezinho/ Paraná

Ó Pátria que te quero viva.
Livre de teus algozes internos, vorazes como pragas apocalípticas.
Pátria que te quero viva,
A Deus é que tu pertences e não aos demônios que te devoram.
Livra-te das ameaças que te assombram.
Abraça o evangelho que te liberta.
Expulsa de teu seio os filhos ingratos que te sangram.
Acolhe em suas asas os verdadeiros patriotas que por ti se desfazem em lágrimas.
Renasça dos escombros da politicalha.
Nos braços dos verdadeiro filhos da Terra de Santa Cruz.

Heron Malaghini

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Carnaval - de Heron Malaghini - Jacarezinho/ Paraná

É durante tal época que nossa sociedade volta à barbárie, como nos tempos das trevas que consumiam Sodoma. Onde o homem comporta-se como animal, devora todo tipo de vício químico e colérico, deixando que tudo de mais funesto que o cerca o domine, ali vemos quanto doentio ainda é a raça humana, agindo como porcos, animais infames domados pelos mais baixos instintos, que depois de se esbaldarem em suas quedas vão encarar as consequências, diante de doenças impiedosas ou destruírem-se ainda mais cometendo crimes como aborto, dando asas mais uma vez às suas promíscuas almas covardes que sempre encontrarão desculpas vis e outros culpados por seus instintos de assassinos de almas inocentes e ainda indefesas ou de si mesmos diante do suicídio inconsciente. Mas lembre-se que a justiça de Deus não se corrompe como a devassa dos homens, é teu altar de sabedoria tua própria consciência que o condena, e nem que repita tua mentira por milênios enganará a ti mesmo. E séculos serão necessários para limpar uma semana de histeria e balbúrdia senil, como se a ignorância coletiva fosse habeas corpus para o crime da ignorância.  

Heron Malaghini